Peres, entendo esse sentimento e está magnifico como conseguiste escrever que a nossa alma se dobra, que perdemos a luz e a geografia toda. Que ficamos orfãos de nós.
Tb perdi irmão e ainda hoje se soubesse desenhar como tu, era capaz de encontrar todos os traços e de os desenhar na perfeição. Chega a ser psicótico procurar aquela alma no rosto de outros, procurar aquele rosto num sítio onde não há mais. E Deus, onde fica ele, quando a saudade não se substitui àdor de perda nenhuma?
Somos nada.